Vereadores apuram denúncias de suposto crime ambiental no interior do município

Na sessão desta terça-feira (07/08), foi aprovado o requerimento em regime de urgência, dos vereadores, John Lenon Teodoro (PSDB) e Zeca Simas (DEM), solicitando a relação de todos os loteamentos aprovados pela Secretaria de Planejamento Urbano de Camboriú em 2017/2018.

O vereador John Lenon em tribuna, argumentou sobre o Decreto n°3072/2018, que impede a realização de novos loteamentos, com a justificativa que o município não tem estrutura para novos empreendimentos é pertinente e necessário, o que é inadmissível é a falta de fiscalização, que tem permitido a execução de loteamentos irregulares no interior do município.

“Estão destruindo o patrimônio natural de nosso municipio. Só proibir loteamentos novos não resolve! É necessário fiscalizar os já existentes, e principalmente situações como essa, de ocupações irregulares. Ou vamos fechar os olhos para um crime ambiental?”, finalizou o parlamentar.

O Requerimento, que foi aprovado por unanimidade, será encaminhado ao Prefeito, que tem até 15 dias para esclarecer a situação.

Segundo o Secretário de Planejamento Claudinei Loos nenhum loteamento irregular foi aprovado no interior da cidade no mandato do governo Élcio.

 

“Loteamento no interior não pode, só condomínio fechando. Se tiver irregularidades a fiscalização da FUCAM está em cima. Quem tiver alguma situação suspeita é só nos comunicar que o pessoal está embargando. A cidade é grande!! destacou Loos

Operação Terra Prometida

No ano passado o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou uma operação na cidade de Camboriú, para apurar denúncias de um possível esquema que tinha como objetivo alterar o Plano Diretor de Camboriú para beneficiar empresários do ramo da construção civil.

Na época foi preso o vereador da cidade Piteco-PR, que é do mesmo partido do Vice-prefeito de Balneário Camboriú Carlos Humberto Silva . Piteco é suspeito de envolvimento no esquema que contava com outros colegas da câmara da época e político e bagrãos da cidade.

O ideal era abrir uma CPI para investigar o caso, como é de praxe em outras cidades.

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