Trilha de praia famosa vira motel ao ar livre em Balneário Camboriú

Uma trilha na Praia do Pinho, uma das  mais lindas do Brasil e do mundo, está virada em um lixão, com camisinhas usadas e lixo espalhado pelo chão em meio a natureza.

A localidade fica no município de Balneário Camboriú, a 12 quilômetros do Centro e a cerca de 80 km da Capital Florianópolis. a Praia do Pinho é considerada a primeira de naturismo no Brasil. O local é cercado por costões, morros e muita mata nativa que atrai frequentadores de várias regiões do país, por suas belezas naturais.

A praia, no entanto, se divide em duas áreas: uma para quem busca a prática da atividade de naturismo, com estacionamento privado e estabelecimentos; e outra que virou um ponto de encontro sexual e uso de drogas ilícitas.

Isso ocorre na trilha pública que dá acesso à praia e contraria uma das principais normas, que normatiza as regras de conduta no local. As evidências disso estão espalhadas pelo caminho que leva até a faixa de areia: o chão coberto por camisinhas usadas e embalagens de preservativos.

Frequentadores da praia relatam que, diariamente, casais e solteiros se encontram entre as árvores, em locais mal iluminados entre a mata fechada, na região costeira.

Logo às margens da Rodovia Interpraias, ao lado Sul da Praia Central a mais badalada da cidade existem duas placas no portal da trilha que leva até a praia. Em uma delas, a escrita deixa evidente as regras do local:

“É extremamente proibido praticar atos de caráter sexual ou obsceno, fotografar, gravar ou filmar qualquer naturista”. No entanto, isso não acontece.

A Prefeitura de Balneário Camboriú disse que “existe patrulhamento da Guarda Municipal na Região Sul (da praia), mas não foi gerado nenhuma ocorrência (nos últimos dias) na Fiscalização de Posturas, nem na Secretaria de Segurança”.Também salientou que essa região teve patrulhamento reforçado pela Guarda Municipal durante a temporada 2020/2021.

O Município orienta que em caso de flagrante de situações semelhantes, denúncias podem ser feitas para a Guarda Municipal (153) ou para a Polícia Militar (190).

Via: Repórter Paulo Roberto

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