Reunião debate repasse do FUNDEB em Camboriú

Nessa quinta-feira (4) as 18:30 horas nas dependências do Centro Múltiplo uso “Aline Testoni Gomes” no bairro Areias em Camboriú, professores e representantes do sindicato dos servidores se reuniram com conselheiros do FUNDEB para debater sobre o repasse do FUNDEB no município.

O Fundeb – ‘Fundo para o desenvolvimento da educação e valorização de professores
é muito importante para a educação básica e está válido até 2020.

Existe um grande desafio na área da educação do município e uma delas é a questão do repasse do FUNDEB.

O MEC e o Ministério da Fazenda destinará novo valor per capita para o FUNDEB, o reajuste do piso do magistério, de 4,17%, o valor do piso será de R$ 2.557,74 reais.

A estimativa do Governo Federal é que Camboriú receba 51.920.467,84 reais das receitas do FUNDEB.

A proposta da prefeitura fez duas propostas ..

Primeira proposta
2,17% – Abril
2,00% – Junho

Segunda Proposta
4,17% – Maio

Durante a reunião a presidente do Sindicato Luciana Sobata uso a palavra e disse em um discurso, bem acalorado que não é permite ao conselho do FUNDEB colocar em votação as propostas.

“Não estavamos a frente dessa situação e essa assembléia não tem validade.” Disse Luciana que acusou o atual conselho do FUNDEB de ter pessoas que não estão em dia no conselho e não muito nem mesmo vivem na cidade.

A grande maioria dos profissionais se recusaram até mesmo de votar, alegando que não concordam com nenhuma das propostas.

O sindicato dos servidores reclama que não foi ouvido na questão dos reajustes e repasse salariais e até mesmo na questão das mudanças de cargas horárias e estranha que meia dúzia, estaria tentando resolver uma questões tão complexas, que envolve toda a categoria.

“A frente do conselho está um professora que é cargo de confiança” disse Sobota.

Marines Fontoni deixo claro que a reunião não se tratava de uma assembléia.

Pode ter greve

A presidente do Sindicato deixou claro que uma greve se aproxima no município, pois desde de dezembro o prefeito não recebe os representantes do sindicato do município.

Outras cobranças

Alguns professores cobraram uma junta médica na Secretaria de Educação.
Segundo alguns profissionais da educação estão ficando doentes devido o tratamento que estão tendo da gestão municipal.

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