Projeto para implantação da rede de esgoto em Penha prevê investimentos de R$ 100 milhões

O projeto para a implantação da rede de esgoto em Penha, desenvolvido pela concessionária Águas de Penha, prevê 177 quilômetros de rede de captação, uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e 16 elevatórias. O detalhamento do projeto foi apresentado a lideranças comunitárias do município durante o Afluentes Digital – programa de relacionamento online com a comunidade mantido pela concessionária. O investimento é de R$ 100 milhões. Presente ao encontro, Michele Cozer, liderança comunitária do bairro Santa Lídia, destacou a importância da implantação da rede de esgoto para a comunidade.

Investimentos em saneamento básico estimulam o turismo e impactam diretamente na cadeia econômica local. Uma das justificativas apontadas pelos especialistas para explicar este estímulo é a despoluição de rios, lagos e mares. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, se o serviço de saneamento básico fosse universalizado, o país teria um ganho de R$ 7 bilhões por ano com o turismo.

“A balneabilidade das águas, aliada a investimentos em infraestrutura, é determinante para a escolha de uma localidade, uma vez que as pessoas estão mais conectadas com a natureza, preocupadas com a saúde e com o meio ambiente”, aponta Reginalva Mureb, presidente da concessionária.

Arthur May, coordenador operacional da Águas de Penha, explica que, para o início das obras de construção da ETE, é necessária a definição do terreno e as obtenções da Licença Ambiental Prévia (LAP), ambas de responsabilidade do poder concedente.

Desde que a concessionária precisou se adaptar e inovar frente ao isolamento social, o programa Afluentes Digital tem levado informações sobre saneamento básico aos bairros. As reuniões periódicas contam com a participação de representantes da Águas de Penha e lideranças comunitárias.

“O Afluentes Digital mantém a concessionária integrada com seu público ao oferecer a oportunidade de conhecer o trabalho realizado, além de tirar dúvidas e promover orientações e ações de conscientização”, diz Alex Schwabe, responsável pelo programa Afluentes Digital.

 

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