Presidente Jair Bolsonaro está em Chapecó, no Oeste de SC

Presidente da República cumpre agenda em Chapecó, no Oeste catarinense. Na cidade, Bolsonaro fará no sábado, 26, um novo passeio de moto com simpatizantes, o quarto ato desse tipo nos últimos meses – já fez eventos semelhantes em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Após chegar na cidade, durante a tarde de ontem (25), ele foi direto para a Arena Condá, sede do time da Chapecoense. O estádio passa por uma série de reformas, com um custo total de R$ 18,4 milhões, dos quais R$ 15,6 milhões são recursos federais. Entre as melhorias, estão a troca da iluminação, ampliação da capacidade, reforma de blocos e instalação de cobertura metálica. 

As obras de modernização da Arena Condá, estádio usado pela Chapecoense, foram feitas por meio de dinheiro federal viabilizados por emendas do prefeito João Rodrigues (PSD).

Jair Bolsonaro na Arena Condá, em visita a Chapecó – Foto: Liamara Polli/Especial ND

Bolsonaro passará a noite em Chapecó, em local não divulgado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI). No sábado (26), a partir das 9h, ele participa de um novo passeio de moto com apoiadores, evento que vem sendo chamado de “motociata”, que já ocorreu em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O passeio sairá de Chapecó até a cidade vizinha de Xanxerê, onde Bolsonaro inaugura uma agência da Caixa Econômica Federal. Depois disso, a “motociata” retorna a Chapecó. Em seguida, o presidente deve retornar a Brasília.

O presidente Jair Bolsonaro ergue o braço do prefeito João Rodrigues (PSD) durante visita a Chapecó (SC) em abril deste ano Alan Santos/Presidência da República/Divulgação

ATAQUES E PESQUISA PRESIDENCIAL 

O presidente Jair Bolsonaro também voltou a reforçar, ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à imprensa. Durante discurso a empresários de Chapecó (SC), Bolsonaro citou a decisão do STF de garantir que governadores não sejam inquiridos pela CPI da Covid no Senado e disse ser “inacreditável” o que acontece na Corte. As falas do presidente foram repercutidas pela plateia com as palavras de ordem: “Fecha! Fecha!”.

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Sem citar o nome de Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro afirmou que “tiraram da cadeia” o petista para que ele seja presidente do Brasil. No lugar de se referir pelo nome, Bolsonaro gesticulou com a palma da mão aberta, com exceção do dedo mindinho dobrado. “Tiraram ele da cadeia, tornaram ele elegível, com toda certeza, para ser presidente na fraude. Com esse critério eletrônico que está aí, ele pode chegar”, afirmou Bolsonaro que voltou a defender o voto impresso.

“Tapetão por tapetão, sou mais o meu”, completou, dizendo que só Deus tiraria ele do cargo. Segundo pesquisa Idec, divulgada nesta sexta-feira, se as eleições presidenciais fossem realizadas hoje, Lula ganharia em primeiro turno, com 56% dos votos válidos contra 26% de Bolsonaro.

O atual presidente também reforçou o compromisso de campanha de encaminhar, nesta segunda indicação para a Suprema Corte, o nome de alguém evangélico.

“Lógico, além de evangélico, esse sim, dono de um notório saber jurídico”, disse. “Alguns apareceram como candidatos. Boas pessoas. Eu vou indicar para o Supremo quem toma cerveja comigo. É o critério da confiança, da lealdade mútua. Não basta ter bom currículo. É importante, mas tem que falar a minha linguagem. Quero que defendam no Supremo as questões econômicas e as questões familiares”, completou o presidente.

Imprensa

Ainda na sexta-feira, Bolsonaro visitou Sorocaba (SP) onde foi multado pela segunda vez pela Vigilância Sanitária do Estado por desrespeitar medidas para conter a disseminação da covid-19. Bolsonaro disse que a imprensa é “irresponsável” e “só tem críticas”. “Eu caguei para o que me perguntaram. Respondi só o que queria (sic)”, emendou.

Fontes: Terra, Agência Brasil, Veja, ND+

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