Pai de Santo exige direitos iguais às religiões afro-brasileiras em Camboriú

Nesse dia 5 de setembro, depois de quatro meses parados por conta da pandemia o Centro Yle ase olooroke Omo Oni Ewe DE Candomblé realizou um sessão da linha de Umbanda no Ylê do Pai de Santo Carlos no Bairro Taboleiro em Camboriú.

Vitor Balbino de Souza esteve conversando com Pai Carlos e outros pais de santo que se encontravam no local e ficou claro que o município de Camboriú está deixando a desejar, quanto as raízes africanas no sentido de religião afro.

“Parece que nossos governantes locais esqueceram que o pais é laico e que todas as religiões merecem o mesmo tratamento, existe apoio a outras religiões, neste sentido fica claro que o preconceito religioso e a falta de interesse em aplicar a lei.” disse Vitor

Legislação brasileira. O Brasil tem normas jurídicas que visam punir a intolerância religiosa. No Brasil, a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, alterada pela Lei nº 9.459, de 15 de maio de 1997, considera crime a prática de discriminação ou preconceito contra religiões.

“Existe uma intolerância religiosa para com os Pais de Santo, me comprometo a acompanhar de perto e cobrar dos órgãos que tem a obrigação de dar vez e voz a todas religiões e nem que para isso tenhamos que provocar o Ministério Público.” disse Balbino de Souza.

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