Mais de 25 turistas foram vítimas do GOLPE DO ALUGUEL DE TEMPORADA em BC

Golpistas fazem várias vitimas tal golpe do aluguel de temporada em Balneário Camboriú.

A Delegacia da Polícia Civil em Balneário Camboriú registrou, desde o dia 23 de dezembro, 28 boletins de ocorrência por “golpe do aluguel” – oito somente neste domingo (29). São casos de turistas que alugaram imóveis para a temporada, pela internet, e ao chegarem à cidade do litoral de Santa Catarina descobriram que foram ludibriados.

Segundo o delegado Aderlan Camargo, a maioria das ocorrências registradas em Balneário Camboriú é de ofertas de imóveis na cidade. Mas também há boletins de ocorrência relacionados a casos ocorridos em cidades vizinhas, como Itapema. O policial está analisando as ocorrências para compreender a dinâmica dos golpes – as investigações poderão indicar, por exemplo, se foram praticados pelo menos grupo criminoso ou por diferentes estelionatários.

Desconfie

De preços abaixo dos de mercado. É a forma de atrair as vítimas.
Se o dono exigir adiantamento e tiver pressa para que o depósito seja feito.
Caso o proprietário não aceite atender a ligações. Muitos golpistas estão dentro de presídios.
Se o anunciante se recusar a receber visita do locatário, para conferir a casa.
Formas de tentar evitar o golpe do aluguel
Ofertas enviadas por WhatsApp ou compartilhadas em redes sociais oferecem maior risco. Imobiliárias e sites conhecidos, nos quais se deve levar em conta a avaliação e os comentários de outros consumidores, são formas mais seguras.
Procure se informar sobre o histórico do imóvel. Busque referências com amigos ou a partir de comentários na internet de outros clientes que já se hospedaram no local. Ligue para o condomínio ou para imóveis vizinhos (busque o telefone na Internet, se necessário) e confirme a veracidade da existência da casa e locação.
Antes de confirmar o aluguel, se possível, procure ir até o local e falar com o proprietário. Isso evita o risco de pagar pelo aluguel de um imóvel que nunca esteve no mercado. Caso o suposto proprietário desconverse ou se mostre resistente à ideia de atendê-lo pessoalmente, desconfie.
Peça para receber fotografias de dentro do imóvel. Para o golpista é mais fácil fazer fotos externas e publicar um anúncio, como se a casa fosse dele. Se ele se recusar, desconfie. Mas o envio das fotos internas e até mesmo de documentos não exclui a possibilidade de golpe.
Evite fazer pagamentos adiantados. O foco do golpista é obter vantagem financeira.
Procure formalizar um contrato na hora da locação e verifique se os dados do contrato condizem com o negociado. Verifique se os dados conferem com o proprietário do imóvel. Solicite uma cópia/foto da escritura/IPTU que auxilie na comprovação do real proprietário.

Crédito: Dagmara Spautz

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