Identificado 674 focos de dengue neste início de ano em Camboriú

Camboriú tem 10 bairros da cidade com focos do mosquito Aedes aegypti.

Nos primeiros meses de 2021, já foram encontrados 674 focos do Aedes aegeypti em Camboriú. O mosquito transmite a dengue e outras doenças, como a febre amarela, zika vírus e chikungunya. Pedro Augusto de Mendonça, Coordenador de Endemias disse ao O Janelão, que os focos estão distribuídos nos bairros da cidade e que a cidade teve esse ano três casos positivos (autóctones), que são casos de contaminação aqui dentro do município.

A fiscalização e trabalho de orientação continua

Os trabalhos das equipes de saúde
continuam diariamente.

“Estamos fazendo visita domiciliar de casa em casa, fazendo monitoramentos das áreas com mais risco de proliferação como o ferro velhos, cemitérios, recicláveis e mantendo nossas visitas nessas fiscalizações através do programa de combate à dengue, que mantém orientações para os nossos moradores.” disse Pedro Mendonça

Pedro redobra a orientação para a população, para que mantenha os cuidados agora nesse período de muita chuva ajuda na proliferação do mosquito.

Nesse mês de março as equipes desenvolveu atividades programadas pelo estado, que é o LIRA.

“Como esses dados iremos saber o grau de infestação no municipio.” contou Pedro.

Sintomas e atendimento médico

Embora sintomas como febre, dor de cabeça e dores musculares sejam comuns à Covid-19 e à dengue, quadros de dor atrás dos olhos e erupções cutâneas são mais característicos à doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Para casos suspeitos de dengue, a orientação é que o cidadão procure atendimento médico em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBS), especialmente diante da presença de sinais de alarme em que, no período de efervescência da febre, haja dor abdominal intensa e contínua ou durante a palpação do abdômen, além de vômitos persistentes e sangramento da mucosa.

A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas pláticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos.

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