FUCAM investiga quem teria jogado tinta no Rio Peroba

FUCAM realizou a limpeza do Rio Peroba após sofrer crime ambiental juntamente com o Pessoal da Defesa Civil de Camboriú. 

Análise do material coletado para pesquisa deve estar pronto nesta semana.

“Conseguirmos controlar e realizar a limpeza do material despejado no Rio Peroba e coletamos amostras para a  e fizemos algumas diligências e batidas nesta manhã para descobrir que cometeu o crime ambiental. Já temos alguma suspeitas e depois de descobrir vamos autuar quem cometeu isso”. Disse Dalago

Na noite de ontem segunda-feira, dia 16, por volta das 20h, os moradores das proximidades da Avenida Santa Catarina,  em Camboriú e da Quinta Avenida, em Balneário sentiram um cheiro forte no ar. A Fundação do Meio Ambiente de Camboriú (FUCAM) foi acionada e localizaram uma espécie de produto cinza no Rio Peroba. Foi feito um rastreamento que levou até o entroncamento da Rua Cerejeira com a Coqueiros, no Taboleiro. Acredita-se que alguma empresa tenha derramado na tubulação e foi para no Rio, um produto tipo epóxi, utilizado para acabamento, impermeabilização, como adesivo e também como piso.

Estiveram no local para averiguar de perto a situação as Defesas Civil de Camboriú e Balneário Camboriú, a coordenadora regional do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Liara Rota Padilha e os secretários do Meio Ambiente das duas cidades. “Trata-se de um crime ambiental ocorrido em Camboriú. Por isso nós da Fucam ficamos responsáveis pela ação de limpeza. Imediatamente contratamos uma empresa especializada que fez duas barreiras de contenção para impedir que o produto chegasse ao Rio Camboriú”, explica o presidente da Fucam Valmor Dalago.

A empresa trabalhou durante toda a noite. O produto foi recolhido para pesquisa, mas ainda não saiu o resultado. De acordo com Valmor o Rio está totalmente limpo. Algumas pessoas estavam preocupadas com a água, mas o ponto de captação está muito longe de onde ocorreu.

 

 

“O produto não chegou ao Rio Camboriú graças a rapidez e eficiência do trabalho realizado e por causa da tábua da maré”, conclui.

Crime ambiental

O que ocorreu trata-se de um crime ambiental, que pode resultar em multa a até prisão dependendo dos danos causados. Técnicos da Fucam estão nas proximidades de onde começou o derramamento afim de buscar mais informações. Servidores da Fundação registraram boletim de ocorrência e pede à população que ajude na investigação. O morador que souber de alguma coisa pode fazer denúncia anônima pelo telefone 3365 2311.

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