Excluído da PM-SC, dono de bar é preso por suspeitas de estupro no Paraná 

Prisão preventiva foi no fim da tarde desta terça-feira (29). Polícia Civil informou que ao menos cinco mulheres foram vítimas.

O dono de um bar em Guarapuava, na região central do Paraná, foi preso preventivamente – por tempo indeterminado – no fim da tarde da última terça-feira (29) por suspeita de estupro e assédio sexual contra funcionárias.

De acordo com a Polícia Civil, cinco vítimas foram confirmadas até esta terça. A delegada Ana Carolina Hass de Miranda Castro, que investiga o caso, afirmou que as vítimas têm entre 15 e 20 anos e eram contratadas para trabalhar no bar.

Segundo a delegada, uma das mulheres, de 19 anos, diz ter sido estuprada pelo homem. Ela contou à polícia que o homem, de 31 anos, começou a ter “atitudes estranhas” logo no primeiro dia de trabalho.

A mulher relatou que o dono do bar ordenou que ela fosse até a parte de cima do bar, onde ele morava, e que lá cometeu atos libidinosos e o estupro, informou a delegada.

“O suspeito tem forma ardilosa de agir, fazendo com que as próprias vitimas não entendam e não percebam que estão sendo vítimas”, disse Ana Carolina.

Conforme a delegada, a investigação começou no início deste mês depois que duas mulheres procuraram a polícia e relataram crimes de estupro e importunação sexual. Ana Carolina disse suspeitar que mais mulheres podem ter sido vítimas.

EX-PM DE SANTA CATARINA

Conforme a delegada, a investigação, que começou no início de junho, teve como start a procura de duas mulheres. Elas entraram em contato com a polícia e relataram os crimes de estupro…”,” e importunação sexual. Assim, Ana Carolina acredita que outras mulheres também tenham sido vítimas.

Segundo ela, o homem tem passagens pela polícia em Guarapuava por porte ilegal de arma de fogo e importunação sexual.

Ainda de acordo com a delegada, ele foi excluído da Polícia Militar (PM) de Santa Catarina em 2019 por infringir questões administrativas. Agora, ele vai responder por crimes de estupro, assédio sexual e importunação sexual.

Fonte: G1 e Rede Sul Notícias

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