Estadual ou Senado, opções de Piriquito

Em reunião do partido na noite desta quarta-feira(18), em Balneário Camboriú, o ex-prefeito Edson Piriquito anunciou pedido à direção regional para integrar a disputa pela vaga do partido ao Senado.

Pelo que falou, parece ser a sua preferência pessoal. Entretanto, se isto não for possível pelos arranjos de coligação, ele concorrerá à Assembleia Legislativa.

No encontro, Piriquito fez um longo relato de sua trajetória como prefeito, em oito anos de mandato e sua disposição de concorrer a um dos dois cargos. A sua preferência pelo Senado pareceu muito nítida pelas ideias defendidas – de um novo pacto federativo, de redução do tamanho do Estado, de redução inclusive do número de senadores e deputados, redefinição imediata da distribuição de recursos aos municípios e estados.

Piriquito afirmou que deixou em caixa, quando saiu do governo, mais de R$ 243 milhões de reais. E desafiou: “Me desmintam”.

O MDB, se coligar com PSDB, dará a este a vaga de vice-governador, possivelmente Napoleão Bernardes. A partir daí seria negociada a vaga ao Senado, numa eleição em que se disputarão duas. Se houver outra vinculação, outro nome poderá ir ao Senado, mas parece ser certo que o MDB ocupará as duas vagas. Uma delas é de Paulo Afonso, nome forte dentro do partido, tanto na cúpula quanto nas bases. A outra vaga seria ocupada ou por Valdir Colatto ou por Edson Piriquito. Teriam que bater chapa.

Sobre a sua passagem pela prefeitura, Piriquito mostrou números e obras executadas. E jogou números e valores: pegou a prefeitura em 2009, após as enchentes de 2008, com R$ 63 milhões em caixa e o dobro em dívidas. Quando saiu, deixou R$ 243 milhões em caixa e dívidas equacionadas. E desafiou:

“Se acham que não foram R$ 243 milhões deixados em caixa, me desmintam”.

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