Cães abadonados vivem em cemitério de Camboriú

Nessa último sábado (18) a tarde um pessoal pertencente a um grupo de protetores de animais AU Q MIA de Camboriú, esteve no cemitério Municipal do Rio do Meio levado ração e socorrendo alguns animais que foram abandonados na localidade.

O grupo de protetores é formado por sete amigos e que reclamam do
descanso do público municipal de Camboriu.

“O descaso no município em todas as areas vem crescendo e no que se refere aos cuidados e proteção animal estão abandonados. Estamos todos os dias com casos cruéis e não temos como ajudar todos enquanto a prefeitura não tá nem ai.” disse Daniela

Daniela também disse que a prefeitura não ouve não abre espaço e tudo que pedimos vive na promessa desde a epoca de campanha.

No cemitério que é do mundo na locação do Rio do Meio foi resgatado um cadelinha que deu a luz dentro de um túmulo.

No mesmo local vivem mais cães deixados a miséria e aos cuidados de moradores locais que nao possuem condiçao de assumir nada.

Tá mais do que na hora de Camboriú criar e ampliar projetos sociais destinados a proteçao animal.

NA FUCAM

Uma protetora do grupo esteve na FUCAM às 7:30 hs e teve que ficar numa fila de espera por 4 horas para tirar ficha para castrar e o que encontrou e um bilhete dizendo que as atividades foram suspensas.

Lamentável já haviam diminuido de 30 para 20 senhas e havia um boato que iriam parar.

“Será que não existe mais verba para cuidar dos animais? Engraçado que para manter um monte de funcionários comissionados coçando dentro da FUCAM, aí tem verba” disse

Estamos aguardando um resposta oficial da Secretária dessa pasta, que a tempo prefere não dar explicação e responder as reclamações da comunidade Camboriuense.

A luta de Daniela e dos demais grupos de proteção de animais é montar um abrigo temporário para poder resgatar os cães, mas ainda não possuem telas de alambrado de 2 metros de altura e nem madeiras para palanques no chão e para telhado. É preciso também lona grossa e pra piorar o grupo ainda não tem ração nem vermifugos.

Hoje o grupo usa de abrigo as próprias casas e tiram do próprio salário o dinheiro para manter os resgates.

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