Brasil: rico em água doce, mas mal distribuída

A água é um bem de vital importância para os seres humanos e também para a manutenção das atividades econômicas. Seria impossível pensar no desenvolvimento de qualquer povo, território ou nação sem a existência desse recurso. Entretanto, há vários países que sofrem com a escassez hídrica, tendo de adotar medidas para combater esse problema e livrar-se ao máximo dos impactos gerados por essa realidade.

O país considerado mais seco do mundo, ou seja, que apresenta a menor disponibilidade de água doce, é o Kuwait, um pequeno país do Oriente Médio – uma área predominantemente formada por desertos. Parte da água utilizada nesse país é importada e 75% dos recursos hídricos consumidos advêm do processo de dessalinização da água do mar.

Existem países, por outro lado, que apresentam uma grande abundância de água em seus territórios. É o caso do Brasil: o país possui uma das maiores reservas de água doce do mundo. Contudo, esta água muitas vezes é mal distribuída devido à geografia nacional. A região Norte, por exemplo, é aquela que possui a maior concentração de água no país devido à Bacia do Rio Amazonas. Já as regiões Nordeste e Sudeste possuem os maiores históricos de seca e escassez de água.  

Para Reginalva Mureb, presidente da Águas de Camboriú, essas diferenças regionais devem ser notadas e levadas em consideração para garantir o abastecimento da população. “Nosso dever, como concessionária, é garantir que todos os moradores tenham o acesso à água tratada”, comenta. 

“Ocasionalmente também passamos por momentos de escassez, falta de chuvas, nível baixo das captações. Por isso é tão importante que a população tenha consciência do uso consciente da água e que sejam promovidas todas as ações com o objetivo de economia e preservação deste bem natural”, completa ela. 

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