Água que chega às torneiras em Penha passa por rígido controle de qualidade

A potabilidade da água é assunto da maior importância quando se fala em saúde da população. A água representa cerca de 60% do peso de um adulto e especialistas recomendam o consumo de, no mínimo, 2,5 litros por dia. Segundo o gestor de operações da Águas de Penha, Arthur May, a água contaminada e fora dos parâmetros recomendados pelos órgãos reguladores, no entanto, pode transmitir diversas doenças aos seres humanos.

 

Conforme o Ministério da Saúde, padrão de potabilidade são os valores de referência para determinar se uma água pode ser utilizada para consumo humano, tais como para beber, preparar alimentos e para higiene pessoal. No Brasil, a portaria que dispõe sobre os procedimentos para controle e vigilância da qualidade da água é aplicada para recursos captados e distribuídas pelas concessionárias como a Penha e para as águas captadas em fontes e poços.

 

Entre os aspectos analisados estão as análises físico-químicas de cor, turbidez, pH, cloro residual e também microbiológicas como coliformes totais e bactérias heterotróficas, para saber se o líquido está dentro dos padrões para ser utilizado pela população. “A água que é distribuída para a população precisa sempre estar dentro das normas e critérios de qualidade e, por isso, obedecemos um rígido controle”, destaca Arthur.

 

 

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